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1/julho/2019

A Cia. Barca dos Corações Partidos, no espetáculo SUASSUNA – O AUTO DO REINO DO SOL

Postado por Marketing | 1/julho/2019 | Agenda Cultural

FINALMENTE CHEGAMOS!
A Cia. Barca dos Corações Partidos, no espetáculo SUASSUNA – O AUTO DO REINO DO SOL, fará apresentação única em João Pessoa.

Encenação: Luiz Carlos Vasconcelos
Texto: Bráulio Tavares
Música: Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho

Suassuna – O Auto do Reino do Sol traz na essência uma série de características de seu homenageado. Ariano Suassuna defendeu incansavelmente a brasilidade e a valorização da cultura nacional, ao mesclar a arte popular e o universo erudito em todas as suas obras.

Três ilustres conterrâneos de Ariano foram convidados para criar algo totalmente inédito, inspirado em seu legado e desenvolvido em um processo coletivo. Desta forma, nasceu o musical, com canções inéditas de Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho, encenação de Luiz Carlos Vasconcelos e texto de Bráulio Tavares.

A escolha de Ariano Suassuna foi também coerente com toda a trajetória da Barca dos Corações Partidos, fiel defensora de um repertório nacional e de um teatro que privilegia o intercâmbio de linguagens.

A Barca dos Corações Partidos tem 5 espetáculos de enorme sucesso em seu currículo – Gonzagão – A Lenda, Ópera do Malandro, Auê, Suassuna – O Auto do Reino do Sol e estreia no final de junho seu novo projeto: Macunaíma.
A Cia. tem em seus espetáculos mais de 55 prêmios e já foi assistida por mais de 500 mil espectadores.

Com Suassuna – O Auto do Reino do Sol não foi diferente e a Barca alcançou recordes de indicações e troféus. Foram 27 prêmios.
PRÊMIO APCA – Melhor espetáculo
PRÊMIO REVERÊNCIA – Categoria Especial – Elenco Cia Barca dos Corações Partidos
PRÊMIO CESGRANRIO – Melhor espetáculo, Melhor Direção Musical e Melhor figurino.
PRÊMIO SHELL – Melhor Autor, Melhor Figurino, Melhor Música, Melhor Ator em Musical (Adrén Alves)
PRÊMIO APTR – Melhor Autor, Melhor Ator Coadjuvante (Fábio Enriquez), Melhor Música e Melhor figurino.
PRÊMIO BIBI FERREIRA – Melhor Musical Brasileiro (Adrén Alves), Melhor Ator Coadjuvante (Eduardo Rios) e Melhor Música Original
PRÊMIO APLAUSO BRASIL – Melhor Trilha Sonara e Melhor Musical
PRÊMIO BOTEQUIM CULTURAL – Melhor espetáculo, Melhor Direção, Melhor Autor, Melhor Ator em Musical (Adrén Alves), Melhor Direção Musical, Melhor figurino
WINNERS ANNOUNCED FOR THE 2017 BROADWAYWORLD BRAZIL AWARDS! – Melhor Musical Brasileiro

“É fascinante observar todas as possibilidades que estes atores tem como músicos, cantores, atores e palhaços”, diz Luís Carlos, fundador do celebrado grupo Piollin e diretor de montagens emblemáticas, como Vau da Sarapalha, em repertório desde a estreia, em 1992.

O texto e as canções do musical foram produzidos ao longo do processo de ensaios, que começou ainda no ano passado, quando o elenco fez uma série de oficinas circenses e também excursionou pelo Nordeste brasileiro no que foi chamado de Circuito Ariano Suassuna. Guiados por Dantas Suassuna, filho de homenageado, a trupe esteve em Casa Forte (Recife), conheceu a famosa Pedra do Ingá e visitou a fazenda de Taperoá (Paraíba).
Entre muitas palestras e oficinas, o grupo se preparou para o intenso processo criativo, em que se reuniram por oito horas diárias e apenas uma folga semanal durante quatro meses.

O projeto sempre quis falar de Ariano sem, no entanto, apresentar um espetáculo biográfico ou mesmo uma adaptação de suas obras. “Quando entrei na história, já estava decidido que não seria um espetáculo Armorial e que teríamos a liberdade de subverter, de trazer o Ariano de outras formas. A criação foi toda impregnada de Ariano, de seus personagens e de seu universo”, relata Luís Carlos Vasconcelos, que trouxe toda a sua imensa bagagem como palhaço para o processo. “É uma homenagem ao Ariano palhaço. O público é guiado por uma espécie de Palhaço Mestre de Cerimônias, como era habitual em seu teatro”, diz.

A parte musical seguiu pelo mesmo caminho. Os textos poéticos e as letras das músicas usam as formas tradicionais de poesia popular que foram cultivadas por Ariano, como a sextilha, a décima, o martelo e o galope. Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho, mostravam as melodias e algumas letras surgiam de improviso, outras cabiam exatamente em alguns trechos do texto. A maioria das letras ficou a cargo de Braulio Tavares, mas também tem canções de outros integrantes da companhia, como Adrén Alves e Renato Luciano. “Contaminação é a palavra que define todo este projeto. As melodias foram contaminadas pelas letras e vice-versa. Criamos algo novo, mas totalmente contaminado por Ariano”, analisa Chico, a quem o escritor chegou a dedicar um livro de poesias.

SERVIÇO
Teatro Pedra do Reino
Dia 17 de agosto às 21h

INGRESSOS: https://incenaproducoes.byinti.com/?fbclid=IwAR3odsFrOA521BMX_FJquYctaY04_NdkaIQxwlztnAwlgpoWjqPmFzKQATg#/ticket/eventInformation/0kxcocRe4hbt0ms6wCRo

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